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| Foto: Reprodução/Redes Sociais |
O que era para ser apenas o início da Semana Santa se transformou em um momento histórico e emocionante para a comunidade católica do Distrito Fronteiro, em Milagres. Entre ramos abençoados, cânticos e orações, os fiéis viveram um Domingo de Ramos especial, marcado pelo reencontro com um espaço simbólico de fé: a Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Mesmo ainda em fase de reconstrução, o templo recebeu a primeira missa celebrada pelo padre Fabiano Duarte após o avanço das obras, que já apresentam importantes etapas concluídas, como o teto. A celebração reuniu uma multidão de fiéis, lotando completamente a capela e reforçando o sentimento de união e devoção que move a comunidade.
Além dos moradores do Fronteiro, o momento também contou com a presença de fiéis de comunidades vizinhas, como Vila Mingu, Malhada, Vaca Brava e Cajuí, que se uniram à procissão e à bênção dos ramos, dando ainda mais significado ao início da Semana Santa na localidade.
Para os moradores, o retorno das celebrações à capela, mesmo ainda não finalizada completamente, representa muito mais do que uma conquista estrutural. É um gesto de esperança, renovação e pertencimento, especialmente por coincidir com um dos períodos mais importantes do calendário cristão.
A programação segue no próximo domingo, dia 5, com a Celebração da Páscoa, também na capela, seguida de uma quermesse que promete movimentar a comunidade. Entre as ações, está a rifa de um garrote, no valor de R$ 10, cuja arrecadação será destinada à continuidade das obras, especialmente para o pagamento das portas da capela, que já foram encomendadas.
O evento contará ainda com música ao vivo, com apresentação de voz e violão de Elifas Lima, fortalecendo o clima de confraternização entre os presentes. O garrote rifado foi doado por Cícero do Coité, gesto que reforça o espírito solidário e colaborativo que tem impulsionado a reconstrução do espaço religioso.
Mais do que paredes que se erguem, a Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ressurge como símbolo da fé viva de um povo. Em meio às obras, o que já está completo é o sentimento de união da comunidade, que segue firme, acreditando e construindo, juntos, um espaço de devoção e esperança para as futuras gerações.
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