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| Foto: Reprodução |
Uma bebê de 1 ano e 1 mês morreu após se engasgar com um caroço de ata, também conhecida como fruta do conde ou pinha, na manhã da última quarta-feira (3), na zona rural de Coreaú, na Serra da Ibiapaba. A criança chegou a ser socorrida e levada para uma unidade de saúde do município, mas não resistiu.
Segundo familiares, a menina consumia a fruta quando teria ocorrido o engasgamento. Após perceberem a situação, os parentes buscaram atendimento médico imediato. A bebê recebeu os primeiros cuidados em uma unidade de saúde local, mas morreu pouco tempo depois.
O caso causou comoção entre moradores de Coreaú. No entanto, apesar do relato dos familiares, a causa da morte ainda não foi oficialmente confirmada. Conforme a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), a conclusão depende do laudo da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce).
O episódio mobilizou familiares e moradores da região. De acordo com relatos da família, o engasgamento teria sido provocado por um caroço da fruta do conde, alimento bastante consumido em cidades do interior cearense.
A rapidez no socorro não foi suficiente para evitar a morte da criança. O caso ganhou repercussão em Coreaú e passou a ser acompanhado pelas autoridades responsáveis pela investigação. A ocorrência também chamou a atenção pela idade da vítima e pelas circunstâncias relatadas pelos familiares.
Embora a família aponte o engasgamento como causa do ocorrido, a confirmação oficial ainda depende dos exames periciais. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) informou que a causa da morte será determinada após a conclusão do laudo da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce).
O procedimento é considerado padrão em situações que exigem esclarecimento técnico sobre as circunstâncias do óbito. A análise pericial deverá indicar se houve obstrução das vias respiratórias provocada pelo caroço da fruta ou se existe algum outro fator relacionado à morte da criança. Até a divulgação do resultado, as autoridades mantêm o caso sob investigação.
Com informações do Portal GCMais
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