Cariri não tem mais açudes sangrando menos de um mês após fim da quadra chuvosa

Foto: Cogerh

Menos de um mês após o encerramento da quadra chuvosa no Ceará, que terminou oficialmente em 31 de maio, o Cariri já não registra mais nenhum açude sangrando, conforme dados extraídos do Portal Hidrológico da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh).

O cenário ainda é considerado positivo, com parte dos reservatórios mantendo volumes elevados. Neste ano, dos 18 açudes monitorados pela companhia na região, seis atingiram 100% da capacidade e chegaram a verter durante o período mais chuvoso.

O último reservatório a deixar de sangrar foi o Olho d’Água, em Várzea Alegre, que permaneceu transbordando até o dia 9 de junho. Atualmente, ele segue com 99,56% de sua capacidade. O manancial também foi o primeiro a entrar em sangria no Cariri este ano, no dia 4 de março, mantendo o extravasamento por aproximadamente 98 dias.

Outro que também prolongou o período de vertimento foi o Cachoeira, em Aurora, que manteve a sangria até o dia 1º de junho. Já Mamoeiro (Antonina do Norte), Rosário (Lavras da Mangabeira), Valério (Altaneira) e Pau Preto (Potengi), que também chegaram a 100%, encerraram o transbordamento ainda em maio, antes mesmo do fim da quadra chuvosa.

Apesar do bom aporte hídrico registrado durante o período chuvoso, o Cariri não mantém mais sangrias ativas neste momento. Atualmente, 10 açudes da região estão com mais de 70% da capacidade, sendo que os seis que chegaram a sangrar permanecem com volumes superiores a 90%.

Com informações do Portal M1

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