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| Foto: Davi Rocha/SVM |
Dos 143 açudes atualmente monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), 82 reservatórios estão com mais de 50,1% da capacidade máxima neste mês de novembro. Isso representa 57,34% dos açudes com níveis confortáveis ou muito confortáveis, conforme o Portal Hidrológico do Ceará.
Para a Cogerh, o cenário hídrico do Estado está dentro do esperado, mas ainda deve reduzir nos próximos dias. Em igual período de 2024, o Ceará havia atingido um aporte histórico de mais de 10 bilhões de metros cúbicos, e cerca de 66,43% dos açudes com mais de 50,1% da capacidade total — neste ano a Companhia fez uma atualização e reduziu o número de reservatórios monitorados pela Pasta, passando de 157 para 143.
Já em relação a 2023, eram 88 dos 157 reservatórios monitorados à época com situação confortável, ou seja, 56,05% apresentavam volume superior a 50,1%. A capacidade máxima do Estado era de 40,32%.
Conforme a resenha diária da Cogerh, em outubro de 2025 foram retirados 14 reservatórios da rede de monitoramento. Em nota, o órgão explica que a medida se baseia no fato de que “essas estruturas não são de responsabilidade da Cogerh e atendem principalmente demandas locais”. Por isso, segundo a legislação, a gestão e o acompanhamento desses açudes permanecem sob responsabilidade de seus empreendedores legais.
Até sexta-feira (28), somente um açude está sangrando no Estado: o Caldeirões, em Saboeiro, na bacia Alto Jaguaribe, no centro sul do Ceará. Por outro lado, 36 açudes estão com quantidade abaixo de 30%, outros oito apresentam volume morto, que é quando registram abaixo de 5% de sua capacidade total, e um está seco. Por fim, 25 reservatórios estão em alerta, com capacidade entre 30,01 a 50%.
Com informações do Diário do Nordeste
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